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Metrô e ônibus têm mudanças no quadro de horários, em BH, com fechamento do comércio



Com o fechamento do comércio não essencial, a partir desta segunda-feira (11), há alterações no quadro de horários do metrô.

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que o horário de circulação dos trens passa a ser das 5h40 às 11h30 e das 15h30 às 21h30, diariamente. Todas as 19 estações estarão abertas. A operação ocorrerá com trens acoplados de oito carros, intercalados com composição de quatro. De segunda a sexta, o intervalo será de 14 minutos. Já aos fins de semana, serão de 20 a 30 minutos.

A CBTU reforçou que permanece obrigatório o uso de máscara sobre o nariz e a boca em todas as estações e dependências do metrô, por tempo indeterminado.

Ônibus

O quadro de horário de ônibus e o número de viagens programadas também terão "ajustes pontuais" a partir desta semana. A informação foi confirmada pela BHTrans. “A operação será avaliada para novas adequações, caso necessário”, informou em nota.

O Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros (Setra-BH) confirmou as alterações, mas disse que as mudanças, no entanto, não comprometerão o horário de início e fim das viagens.

Os novos horários estão disponíveis nas Estações BHBus, no interior dos ônibus, na página da BHTrans ou nos aplicativos SIU Mobile e BHBus+.

A recomendação do Setra é para que o usuário verifique os horários diariamente, porque ajustes deverão ocorrer ao longo da primeira semana.

O número de viagens, segundo o sindicato, será sempre superior à demanda de passageiros. A expectativa é de uma queda em torno de 35% em relação a atual demanda, de 730 mil passageiros diariamente.

Ajustes à demanda

Os ajustes no número de viagens conforme a demanda ocorrem desde o início da pandemia. Apesar da determinação de distanciamento social, os ônibus andaram lotados. Mais de 17 mil autuações foram emitidas por este motivo. Nenhuma multa foi paga.

Mesmo reduzindo o número de viagens e ônibus circulando com passageiros acima do limite, as empresas que controlam o transporte coletivo na capital mineira alegaram prejuízos de R$ 300 milhões.




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