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Região Norte volta para a "onda vermelha" do Minas Consciente

A partir deste sábado (8), a macrorregião Norte volta para a Onda Vermelha do Minas Consciente. A mudança foi anunciada apenas seis dias depois que os municípios que integram a regional de saúde tinham sido autorizados a avançar para a Onda Amarela, um pouco mais flexível.

A maior rigidez, conforme o Estado, terá que ser adotada novamente por causa da piora dos índices na macrorregião. Com a regressão, 11 das 14 macrorregiões mineiras seguem na fase vermelha, etapa que permite o funcionamento de todas as atividades econômicas, com com maior controle de distanciamento e limitação máxima de pessoas. As regiões Triângulo do Norte, Vale do Aço e Jequitinhonha são as únicas na Onda Amarela.

O Comitê Extraordinário Covid-19 também deliberou pela progressão para a Onda Amarela das micros de Itabira e João Monlevade, na região Central, e das de Além Paraíba, Juiz de Fora/Lima Duarte e Santos Dumont, na região Sudeste.

Já as micros de Araçuaí e Diamantina/Serro, no Jequitinhonha, Patos de Minas/São Gotardo, na região Noroeste, Brasília de Minas/São Francisco/Januária, na região Norte, e Muriaé e Ubá, na região Sudeste, que estão na Onda Amarela, voltarão para a fase vermelha do plano a partir de sábado após apresentarem piora nos índices da doença. Números

Nesta quinta, o Estado também informou que a incidência da Covid teve aumento de 11% nos últimos sete dias. Mas o percentual de pessoas com sintomas que testam positivo para a doença, se manteve em 39%, mesmo índice da semana passada, indicando estabilidade da doença. Já a pressão por leitos, em contrapartida, diminuiu, passando de 179 pessoas na fila de espera, na última semana, para 157 nesta semana.

Ainda conforme o governo, as cidades com menos de 30 mil habitantes apresentaram queda na incidência da Covid pela terceira semana seguida. Agora, são 87 municípios com incidência abaixo de 50 casos para 100 mil habitantes, podendo progredir automaticamente de onda, independentemente da situação da região em que se encontram.

Para o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, a vacinação nos idosos acima de 70 anos está contribuindo para a melhora da situação da pandemia. “Esperamos que estes resultados também se reflitam no grupo de pessoas entre 60 e 70 anos a partir da aplicação da segunda dose da vacina que acontece nos próximos dias. Atualmente, o nosso maior ponto de atenção é em relação ao número de casos e óbitos que continuam com maior incidência nesta faixa de idade”, alertou o secretário.

Baccheretti ainda reforçou sobre a necessidade da manutenção de todos os cuidados para evitar a propagação da doença, como uso de máscara, distanciamento e higienização das mãos. “O vírus ainda está circulando de forma intensa no nosso Estado. Todos precisam se proteger e proteger o outro”, afirmou.




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