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RMBH e mais onze macrorregiões do estado continuam na 'Onda Roxa' do Minas Consciente

A macrorregião Central de saúde, onde está localizada Belo Horizonte e RMBH, e mais onze regiões mineiras permanecem na “Onda Roxa” do programa Minas Consciente, instrumento de combate à Covid-19 desenvolvido pelo governo do Estado.

A única macrorregião que regrediu na classificação de risco da pandemia foi a Triângulo do Sul, mas as microrregiões de São Gotardo, Montes Claros/Bocaiúva e Taiobeiras também avançam para a “Onda Vermelha”, de alerta máximo, mas menos restritiva. A macrorregião se soma à Triângulo do Norte como as únicas que não estão no patamar de maior gravidade em Minas.

Após acordo entre o Executivo e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) nesta semana, que suspendeu temporariamente o toque de recolher e a proibição de reuniões familiares em regiões classificadas na “Onda Roxa”, o Comitê efetivou a medida. Agora, a suspensão é permanente.

“Apesar do fim da proibição, o governador Romeu Zema (Novo) reitera que o Estado desaconselha qualquer tipo de aglomeração ou trânsito desnecessário durante a pandemia”, diz o texto.

“Essas medidas não serão mais obrigatórias, mas é essencial que todos façam a sua parte para conseguirmos reduzir a propagação do vírus Precisamos que a população mantenha todos os cuidados, use máscara e evite aglomerações para conseguirmos sair disso o mais rápido possível”, destacou o chefe do Executivo.

Zema pontua que números coletados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) apontam para resultados positivos nas medidas restritivas impostas pela “Onda Roxa” do Minas Consciente.

“Temos observado resultado positivo nos números das regiões que entraram na onda roxa há mais tempo, o que permite deduzir que as demais regiões, em breve, também terão queda no número de casos. Essa queda, em um segundo momento, se refletirá na diminuição no número de internações e, em um terceiro momento, levará à queda no número de óbitos”, explicou.


Números apresentados pelo governo de Minas

  • Na última semana, Minas Gerais registrou aumento de 5,2% nos casos de covid-19 e 7,8% nos óbitos decorrentes da doença.

  • A taxa de isolamento em Minas, na última semana, foi de 46,3%. Já no Brasil, ficou em 49,94%.

  • A incidência da covid-19 em Minas Gerais caiu 21% nos últimos 14 dias e 6% nos últimos 7 dias.

Novas restrições

Apesar da suspensão do toque de recolher, o Comitê determinou que, no mesmo horário quando ele ocorria, entre 20 horas e 5 horas, está proibido retirada em balcão em todo comércio não essencial no Estado. Bares e restaurantes só podem funcionar com delivery durante o período a partir de agora. Supermercados e padarias, contudo, tiveram o horário de funcionamento permitido ampliado até as 22 horas. “As mudanças não terão impacto na efetividade da onda roxa, porque a restrição de circulação de forma isolada não tem impacto direto. O que realmente queremos é evitar aglomerações. Por isso a decisão de fazer com que serviços não essenciais, principalmente bares, não vendam produtos em balcão para evitar concentração de pessoas na porta. Também recomendamos cuidado até mesmo durante uma reunião familiar, em função do risco de contágio”, pontua o secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, o objetivo das medidas é evitar aglomerações em nota.









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