• Adriana Valadares

UFMG informa que teste com vacina da Johnson & Johnson, que foi suspenso, ainda não havia começado

A Faculdade de Medina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) informou que ainda não havia iniciado a testagem da vacina desenvolvida pelo grupo Johnson & Johnson. Ainda nessa segunda-feira (12), a empresa anunciou a suspensão mundial dos testes de sua candidata a vacina contra a Covid-19, conhecida pelo nome de Ad26.COV2.S, por causa de uma "doença inexplicada" em um dos participantes.

“No momento, a instituição continua realizando o pré-cadastro de voluntários e já atinge a marca aproximada de 25 mil pessoas”, informou a faculdade.

A faculdade destacou que essa seleção será para testes de produtos vacinais ou anticorpos monoclonais para combater o vírus SARS-CoV-2, produzidos por diferentes empresas, de acordo com as definições da rede CovPN, da qual faz parte.

Na nota, a faculdade destacou ainda que a suspensão nos testes “é uma situação comum nessa etapa do estudo e mostra que a avaliação e vigilância dos efeitos adversos nos participantes estão funcionando”.

A data de início dos testes na UFMG será definida após a comunicação oficial com o posicionamento do comitê responsável sobre a natureza da reação adversa e a recomendação de como o estudo deverá seguir.


Suspensão

Segundo a Johnson, as regras para estudos clínicos da empresa garantem que eles podem ser pausados se algum "evento adverso sério e inesperado" que possa estar ligado aos testes ocorrer.

Essa pausa serve para a empresa revisar, de forma cuidadosa, todas as informações médicas da pesquisa antes de decidir se o estudo deve ser reiniciado.

A empresa não informou qual foi a doença, o estado de saúde nem nenhuma outra característica do voluntário; não se sabe, por exemplo, se era um homem ou uma mulher ou a idade do participante.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), responsável por autorizar os testes de vacinas no Brasil, informou nesta terça-feira (13) que o caso ocorreu no exterior.

No mês passado, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca teve os testes suspensos por seis dias porque uma voluntária teve reações adversas. A imunização também está sendo testada no Brasil.


Teste de outra vacina - também pela UFMG

O cadastro para novos voluntários que irão receber a vacina Coronavac, produzida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan e testada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), foi prorrogado e agora vai até 31 de outubro. 

Outra novidade é que agora as pessoas com 60 a 80 anos também podem se cadastrar. 

Até o momento, quase mil voluntários já se cadastraram e estão passando pelas etapas de verificação e recebendo as doses da vacina.

Os interessados em se inscrever podem obter mais informações por meio do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, no telefone (31) 9 7171-2657.



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